o filme é primoroso.
a construção do magneto é impressionante, verdadeira, coerente.
os discursos dele para fomentar a auto-aceitação da mística são sinceros e libertadores, a vingança longamente adiada do seu algoz...
me lembra o cruz e souza
"Ó meu ódio, meu ódio majestoso,
meu ódio santo e puro e benfazejo"
esse trecho sempre me impressionou, porque eu compreendo a força motivacional de um sentimento ruim, e a satisfação primal de realizar o que ele manda, e também sei que a gente só sabe o quanto é venenoso isso quando saímos de dentro desse círculo, e o erik não sai.
ah, sim, o xavier é charmoso, otimista, romântico quase ingênuo.
e as tiradinhas sobre as alcunhas e alguns símbolos são uma delícia.
sim, e eu odeio o kevin bacon. tipo muito.
desde o sobre meninos e lobos, um filme pesadíssimo.
ninguém vê isso, será?
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