filme de terror da primeira década deste nosso século é assim um porre. sangue artificial como se fosse chuva, mutilações, choro compulsivo, riso histérico, animais mutantes zumbis vampiros alienígenas com sociopatias agudas, etc.
sabe o que me dava medo de verdade?
documentário sobre OVNIs.
a revista ano zero.
e, last but not least, au contraire, o grande livro do maravilhoso e do fantástico.
é claro que eu assistia TODOS os documentários sobre OVNIs, comprava a ano zero todo mês - é verdade que não durou muito... - e adoraaaava o compêndio de título humilde supracitado. e é dele que quero falar.
era na verdade da viviane, uma das pessoas mais interessantes e adoráveis EVER na história da minha vida, que - fuleiragem! -, em nome da ancestralidade e da minoridade, voltou pra sua foz do iguaçu natal. sétima série, cdfs e felizes, andávamos nós, a liliane, de quem não tenho notícias, infelizmente, o carlos eduardo, que de vez em qdo aparece no jornal local no papel de autoridade policial, o samir, chatinho, de óculos por cima dos olhinhos verdes, engraçadinho, que posso dizer que foi minha primeira little crush.
e o livro tinha capa dura, vinho, letras em dourado, esse nome pomposo, uma linguagem rebuscada... e uma coletânea de mistérios all around the world, com ilustrações e fotografias, em folhas grossinhas e de textura quase áspera na minha lembrança. eu virava as páginas com o coraçãozinho pulando.
lá estavam o kraken, o caso de kaspar hauser, a casa na espanha onde apareciam rostos fantasmagóricos, bichos abissais, teorias da conspiração...
e eu amava o formato.
aquilo sim era assustador.
não pretendo, é claro, isolar o meu meninozinho em um mundo colorido governado pelo cachorrinho doc, embora seja um fenômeno de nosso tempo com que ele vai sim conviver. minha intenção é que ele também tenha acesso à beleza do mistério, do estranho, da linguagem usada por algumas etapas `a frente dele. assim imagino um homenzinho capaz de construir imagens mentais e sensações únicas, mais sutis, mais sugeridas, e fortes o suficiente para levá-lo além do lugar comum.
aliás, vou já procurar o livro...
nessa vastidão sem muitos mistérios que é a internê, alguém sempre tem o que vc procura... né?
sábado, 13 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
quando o sol não arde
tem luta que não vale lutar.
pq tira teu foco e tua energia de outras maiores, mais importantes.
therefore, entrego as armas, baixo a guarda, bato no chão os tapinhas da desistencia.
eu vou contornar a pedra porque o caminho e mais longo do que esse trecho. e aih q eu vou descobrir que aquilo nem era o meio do caminho, talvez seja ali a primeira decima parte dele. e sabe-se lah o que tem depois daquela curva.
pq tira teu foco e tua energia de outras maiores, mais importantes.
therefore, entrego as armas, baixo a guarda, bato no chão os tapinhas da desistencia.
eu vou contornar a pedra porque o caminho e mais longo do que esse trecho. e aih q eu vou descobrir que aquilo nem era o meio do caminho, talvez seja ali a primeira decima parte dele. e sabe-se lah o que tem depois daquela curva.
dentro da nuvem de gaze
viagem rápida.
nenhuma janela.
duas horas a mais por um dia, e sem tempo p recuperar do jet lag da volta.
aproveitei o avião. dormi e tudo.
dona eliane e gregor, boas companhias!
boa sorte com o netinho, boa sorte com abu dhabi.
adoro senhorinhas que conversam como se tivessem acabado de te reencontrar muitas vidas depois!, adoro homenzinhos bons que valorizam o pai e a mãe e os irmãos em casa.
errei feio uns cálculos vitais na minha vida.
um vôo e uma epifania tardia.
adoro voar.
nenhuma janela.
duas horas a mais por um dia, e sem tempo p recuperar do jet lag da volta.
aproveitei o avião. dormi e tudo.
dona eliane e gregor, boas companhias!
boa sorte com o netinho, boa sorte com abu dhabi.
adoro senhorinhas que conversam como se tivessem acabado de te reencontrar muitas vidas depois!, adoro homenzinhos bons que valorizam o pai e a mãe e os irmãos em casa.
errei feio uns cálculos vitais na minha vida.
um vôo e uma epifania tardia.
adoro voar.
domingo, 7 de novembro de 2010
so isso mesmo, obrigada!
fui ver a bimbi tocar.
assim, a bimbi foi um bebê de novela, linda!, e isso era o principal que se dizia dela.
sabe o que ela fez com essa opinião geral?assim, a bimbi foi um bebê de novela, linda!, e isso era o principal que se dizia dela.
nada. nadinha mesmo.
foi ser o que ela quis, independente d acharem isso ou aquilo dela.
e hj ela toca bateria - e muito!, sou fã!, e podia ter acreditado tb no estereótipo da menina que toca em banda, de meia arrastão com furoes, coturno, etc. mas nao.
e trabalha num orgao publico, concursadinha. e trabalha feito uma moura. de verdade. com ela nao tem essa, nao 'e emprego, 'e trabalho, tem que fazer tem que fazer.
e é assim.
ela quer fazer uma coisa, e joga fora a embalagem de preconcepcoes, preconceitos e estereotipos daquela coisa. e vai atras de saber como 'e que faz, e como faz certinho, p ela fazer. e ela continua linda. e cheia das metas e dos metodos p tudo. Uma das minhas favorite people ever, indubitavelmente. agora na versao franjinha assimetrica. =p
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