em geral essa é minha época preferida.
é minha época preferida.
mesmo qdo eu tava no Compras ferrada sozinha recém chegada fechando material para os mais mirabolantes projetos das engenharias, que parecia que só tinham aqueles poucos dias para se realizarem antes do fim dos tempos, e chovia na hora quwe eu pensava em sair, e eu ficava lá presa.
mesmo qdo eu morava numa quitinete numa neighborhood bastante hell, terminando a faculdade e trabalhando num emprego médio para baixo e malhando e ainda fazendo comidinha.
mesmo quando a gente era tão liso, mas tão liso, e tão feliz mas tão feliz, que o papai e a mamãe fizeram uma árvore de natal de uma bananeira!
Assim, esse ano teve UMA COISA q foi um lixo, que é quando fazem questão de te fazer mal. Fazer mal ao próximo inadvertidamente já é condenável pela awarenessless, negligência, preguiça de pensar nas consequencias, sei lá. Mas propositalmente é FODA. Brincar com o sentimento alheio sem pensar no que vai acontecer depois, ou fingir que não se importa, é passível de sentença perpétua, ou deveria ser. (...) Posso providenciar.
De resto foi tudo bem.
Todas as outras coisas que eu achava que estavam mais ou menos melhoraram mesmo!!!, exceto que eu ainda não havia desistido de ser lisa não importa quão bem me pagassem. Isso é reversível, esse ano eu desisto e aceito a insistência da minha empresa de me enricar.
Eu amo Natal. Amo. Acredito na renovação. Acredito em renascimento.
Acredito que eu possa voltar a acreditar nisso agora no plano da realidade, quando eu preciso acreditar. Eu quero acreditar.
Nesse momento eu me sinto idiota como se eu fosse a última da terceira série a ainda acreditar em Papai Noel. Não sou nem nunca fui alguém de fé cega. Eu acredito na beleza do real, no cotidiano, no hoje, no palpável, em presença. Deus para mim se manifesta nas coisas todas que eu vejo e toco, e por isso eu não preciso imaginar alguém invisível, imaginário, utópico.
Eu quero o real.
Essa barba TEM d ser de verdade.
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